Museu d’Orsay

domingo, 14 de novembro de 2010

Segundo o Autor, não existe no mundo um museu igual ao Museu d’Orsay. Não é somente pela sua construção, originalmente uma bela estação ferroviária parisiense, mas também pela sua privilegiada localização, às margens do Sena e de fronte ao Jardim das Tuilerias. Foi inaugurado em 1898, ainda a tempo da Exposição Universal de 1900.

O colossal rinoceronte de bronze continua lá, em frente à porta, acolhendo todas as manhãs os visitantes aflitos na fila de espera para entrar. É no Museu que se passa uma cena, ou melhor, um take, no jargão cinematográfico, de fundamental importância para o enredo de A BESTA DOS MIL ANOS. É na memorável reunião numa sala privada que se esboça a viagem do ex-gendarme no Brasil para descobrir se a valiosa cena 75 desaparecida do patrimônio francês encontra-se escondida numa favela do Rio de Janeiro.

Auto-retrato Van Gohn

Para o leitor ou o visitante do blog entender melhor o gosto pessoal do autor, basta lembrar que, além da maior coleção de arte impressionista da França e das exposições temporárias, nele estão expostas mais de 2200 esculturas e célebres obras de arte.


Bal du moulin de la Galette - Renoir

Não sem fundamento a preferência do autor e do Curador do castelo de Angers, assim como os incontáveis visitantes que todas as manhãs lotam o D’Orsey, esplendidamente documentado neste vídeo abaixo, ainda que em inglês, enaltecendo o Museu como uma festa no coração de Paris e a meca do impressionismo com a sua paixão e seu olhar voltados para realidade do cotidiano.




TRADUÇÃO PARA O FRANCÊS

Selon l'auteur, il y n’y a pas un musée au monde qui ressemble au musée d'Orsay. Non seulement par sa construction, à l'origine une belle gare parisienne, mais aussi par sa superbe localisation sur les rives de la Seine et en face des Jardins des Tuileries. Il fut inauguré en 1898, à temps pour l'Exposition universelle de 1900. Le rhinocéros colossal en bronze est toujours là, devant la porte, recevant les visiteurs impatients dans la queue d’entrée.

C'est au Musée qui se déroule la scène, ou plutôt une prise dans le jargon du cinéma, essentielle à l'intrigue du livre La Bête de la Mille Ans. C'est lá, au cours d’une réunion mémorable qu’on décide l’envoie d’un ex-gendarme au Brésil pour savoir si la scène 75, disparu du patrimoine français, se cache dans un bidonville à Rio de Janeiro.

Pour que le lecteur ou visiteur du blog puisse mieux comprendre le goût personnel de l'Auteur, il suffit de tenir compte que, en outre la plus grande collection d'art impressionniste en France et des expositions temporaires, sont exposés plus de 2.200 sculptures et œuvres célèbres art.

Ce n’ait pas sans raison la préference de l'Auteur et de l’Administrateur du château d'Angers pour ce Musée, de même que les innombrables visiteurs que chaque matin font la queue pour le visiter, et qui est magnifiquement documenté dans cette vídeo, helás en anglais, ci bas, qui exalte le Musée comme une fête dans Paris de tous les temps et la Mecque de l'impressionnisme avec sa passion et son regard tournés vers la réalité du cotidien.

(Tradução do Autor)

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